Calar ou não calar

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Quando calar e quando não calar? Esta é uma questão que não é tão

fácil de resolver. Na realidade é muito difícil. Mas é necessário fazer esta

distinção:

É importantíssimo saber quando calar e quando não calar.

Calar, quando não é necessário falar, é discernimento…

Calar, quando não se sabe o que dizer é precaução…

Calar, quando agente está sofrendo é heroísmo…

Calar, diante de indagações tolas e parvas é perspicácia…

I

Calar, diante do pecado é omissão.

Calar, diante da destruição é covardia.

Calar, diante do sofrimento dos outros é insensibilidade.

Calar, em apoio silencioso às fofocas é conivência.

II

Calar, sobre sua própria pessoa é humildade…

Calar, diante dos abusos e das injustiças é fraqueza…

Calar, sem dar respostas aos outros é indelicadeza…

Calar, diante dos desajuizados e inconsequentes é sensatez…

Calar, sobre os defeitos dos outros é caridade.

Calar, diante das ciladas e armadilhas é esperteza.

Calar, quando outros estão falando é delicadeza.

Calar, diante de quem não sabe ouvir é sabedoria.

III

Calar, diante dos insensatos é economizar palavras…

Calar, diante de quem quer conselhos é perversidade…

Calar, só para “escapar” de se posicionar é fugir…

Calar, para ouvir a voz de Deus é meditar…

Calar, diante dos falsos e caluniadores é prudência.

Calar, para pensar antes de falar é refletir.

Calar, diante dos mistérios divinos é contemplar.

Calar, quando Deus manda falar é desobedecer.

Finalmente, quando você for falar, lembre-se das palavras de Jesus:

“Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí,

vem do Maligno” (Mateus 5:37).

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Sobre Pr. Brito

Pastor Presidente da IEBV.

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