REFLEXÕES DIANTE DAS ATUAIS REALIDADES

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A realidade em que estamos envolvidos hodiernamente faz-nos refletir sobre os absurdos que estão sendo impregnados em nossa sociedade travestidos de:

“Nova Cultura”; “Modernismo”; “Mente Aberta”;

“Liberdade sem Limites”; “Arte sem Pudor”;

“Comportamento sem Compostura”; “Autoridade sem Moralidade”;

“Intimidades sem Privacidades”; “Direitos sem Respeito”, etc.

Atualmente a tendência da mídia é enfatizar e apoiar as minorias. E é imprescindível que valorizemos e respeitemos as minorias, não ignorando as suas existências, seus direitos, seus valores, seus espaços na sociedade.

Afinal de contas, uma sociedade sadia aprende a viver com diferentes culturas, inclusive tendo matérias em que possam discordar frontalmente sem apelar ou fazer uso de violências.

Por outro lado, as minorias não podem querer dominar e impor seus usos e costumes, nem seus valores morais e éticos em detrimento e em declarada e desafiadora afronta à ética e aos valores morais e sociais da maioria.

As minorias parecem que não estão querendo apenas o reconhecimento de seus direitos. Na prática, seus atos e discursos mostram com muita clareza, que na verdade querem privilégios especiais e o comando do poder.

O que é inadmissível é que minorias queiram ter domínio sobre a maioria, inclusive tentando impor seus comportamentos e suas ideias, utilizando-se de todos os meios possíveis e, principalmente, utilizando-se de leis que lhes deem privilégios especiais em detrimento da maioria.

Atualmente, diante da vergonhosa e decadente situação política, administrativa e ética instaladas no Brasil, minorias preconceituosas, beligerantes, inescrupulosas e com um discurso cheio de silogismos e sofismas, estão atacando, como células cancerígenas agressivas, e se instalando no poder, conduzindo o nosso Brasil para uma situação ainda mais caótica em termos de moral e ética.

A família, como reconhecida pela cultura cristã, segundo os princípios ensinados pela Bíblia, está sendo atacada, desfigurada, criticada, combatida de todas as formas, como estratégia para minar a Cultura Cristã e enfraquecer os valores morais que sempre foram defendidos, ensinados, respeitados e acatados por nossa sociedade.

A verdade é que não podemos cair nas artimanhas e astutas ciladas de falsos intelectuais e libertinos travestidos de liberais que se insurgem contra os princípios e conceitos da boa ética, da sanidade mental, da saúde psicológica, do equilíbrio moral, da sobriedade e dos princípios eternos revelados e ensinados por Deus através da Bíblia Sagrada.

Somos inteiramente a favor dos líderes que defendem os seus direitos e os direitos dos seus grupos sociais e das chamadas minorias, desde que se limitem aos seus direitos sem prejuízo aos direitos de outras minorias ou aos direitos das maiorias.

Mas, infelizmente, muitos que se dizem defensores dos seus direitos, agem como se ter seus direitos garantidos signifique necessariamente tirar o direito dos outros.

Hoje, o que estamos vendo e vivenciando é a existência de grupos minoritários que dizem lutar pelos seus direitos, mas na verdade as lutas dos componentes destes grupos não são por seus direitos, mas sim por impor:

Seus pensamentos e convicções de forma agressiva,

Seus comportamentos de forma escandalosa,

Seus recalques e seus destemperos, de forma provocativa,

Suas esquisitices e seus trejeitos, de forma despudorada.

Na prática, tais pessoas ou grupos de pessoas (minorias), não passam de pessoas que não podem viver em paz com a sociedade porque na realidade não podem e não conseguem viver em paz consigo mesmos:

Devido seus sérios conflitos interiores, (Leia Romanos 1:18-32).

Devido suas insatisfações consigo mesmo,

Devido aos insuperáveis desajustes familiares,

Devido às incompatibilidades entre a cabeça e o corpo!

Devido o choque mental presente entre “órgão sexual” e “gênero”!

Devido ter uma “cabeça de mulher” e um corpo sem útero!

Devido ter uma “cabeça de homem” e um corpo de mulher!

Como viver em paz social vivendo uma vida interior desta forma?

O que estas pessoas ou estas minorias precisam é de Deus, e não de leis que legalizem suas práticas contrárias aos ensinamentos de Deus.

O que quero dizer com isto, não é que devemos ser insensíveis aos sofrimentos que as pessoas (que compõem estas minorias) enfrentam quando se colocam nesta situação. Nem ignorar seus conflitos e necessidades.

Devemos ajudá-las o quanto estiver em nós ajudá-las, mas sempre fazendo a distinção entre o pecador e o pecado. O correto, o certo é ampararmos o pecador e condenarmos o pecado.

Devemos anunciar a elas que o nosso Deus é:

Deus de Amor, Deus de Misericórdia, Deus de Restauração,

Deus de Reconciliação, Deus de Esperança, Deus de Salvação.

Deus de Poder: Purificador, Transformador, Santificador.

Mas é também o Deus:

De Santidade, de Justiça, de Sobriedade,

De Pureza, de Seriedade, de Hombridade, de Moralidade.

De Retidão, de Liberdade com Responsabilidade.

Portanto: “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos; volte-se ao Senhor, que se compadecerá dele;e para o nosso Deus, porque é generoso em perdoar” (Isaías 55:6-7).

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Sobre Pr. Brito

Pastor Presidente da IEBV.

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