Resposta do Pastor João Brito C. Nogueira – A nota pública de repúdio do SINDIUPES

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Inicialmente quero dizer que a nota pública de repúdio do SINDIUPES a minha pessoa, veio fundamentada em erros, mentiras deslavadas, falsas acusações, calúnias, julgamentos infundados, ignorância dos fatos, má fé e difamação.  

O único ato praticado por mim que causou toda esta discórdia foi:

Sendo o Pastor da Igreja Evangélica Batista de Vitória, no Domingo dia 06 de Agosto de 2017 (pela manhã), mandei retirar um quadro de uma “orixá” que foi colocado próximo a entrada principal do Santuário da IEBV e mandei entregar nas mãos do vigia do CMEI. Nada mais do que isto.

As razões pelas quais mandei retirar foram as seguintes:

I – A escola é laica e há um acordo entre a Secretaria de Educação e a IEBV de que o CMEI não ensinaria religião e nem promoveria nenhuma festa ou atividade religiosa que contrariasse os ensinos da Bíblia e da ética cristã batista.

Por outro lado, a IEBV não iria impor ou ministrar ensino religioso nas salas de aula ou nas atividades do CMEI. O que nós temos observado durante todos estes quase quatro anos de convivência pacífica com o CMEI.

II – Mandei retirar o quadro com a figura de um “orixá” porque representa uma entidade religiosa. E mandaria tirar da área do nosso Templo toda e qualquer entidade religiosa independentemente de sua origem.

III – Fiz apenas o que estava anteriormente, tacitamente, implicitamente e tranquilamente acordado entre a Secretaria de Educação e a IEBV.

IV – Sei fazer e detectar muito bem as diferenças entre objetos de cultura e objetos de culto. Conheço o que é cultural e o que é cultual.

V – A pessoa que colocou a “imagem do orixá” fez de forma afrontosa. Colocando a imagem do orixá no final do expediente de sexta-feira em local compartilhado de destaque com o visível propósito de provocar os membros da Igreja no final de semana, pois sabia que sábado e domingo eram dias de Cultos Especiais. E esta pessoa é conhecedora e praticante dos cultos em que este orixá é cultuado, reverenciado.

Vamos agora aos erros, a falta de ética, mentiras deslavadas, falsas acusações, calúnias, julgamentos infundados, ignorância dos fatos, má fé e difamações praticadas e divulgadas irresponsavelmente pelo SINDIUPES:

I –  Em nenhuma ocasião o SINDIUPES me procurou para pedir ou requerer esclarecimentos. Fez questão de me julgar, condenar e difamar sem me ouvir.

II – Negar a alguém o direito de se defender, antes de ser julgado e condenado é uma injustiça tremenda.

III – O mínimo que se espera de uma entidade que diz lutar pelos direitos das pessoas, é que ela não negue a ninguém o direito ao contraditório. É assim que o SINDIUPES pratica os “direitos humanos”.

IV – O SINDIUPES fez um protesto em frente ao Templo da nossa Igreja (IEBV) e aos urros xingaram-me de “pastor babaca”, em atitude desrespeitosa, com descabida agressividade e falta de respeito. Alguns chegando a fazer gestos obscenos (tiramos e temos as fotos). Estes modos de agir refletem um sindicato sério? Não respeitaram nem as crianças presentes.

V – O SINDIUPES afirma que eu pratiquei “atos de racismo”. Tirar um quadro com figura de um “ORIXÁ”, não é racismo. Em nenhum momento e em nenhuma ocasião falei acerca de racismo.  Falei sim de uma entidade religiosa e que também é usada como amuleto. Fatos estes que são incontestáveis.

VI – O SINDIUPES afirma que eu determinei “a retirada dos painéis ali expostos”. Eu de fato só mandei retirar um (só um) quadro de um orixá. Levianamente disseram que eu determinei “a retirada dos painéis ali expostos”. Aqui só cabem duas hipóteses: ou o acusador está mentindo e caluniando, ou então não sabe fazer concordância correta no uso da língua portuguesa. Pois “painéis expostos” significa que foram retirados dois ou mais painéis. Só mandei retirar um.

VIII – O SINDIUPES afirma de maneira irresponsável e mentirosa, que houve da minha parte “violação do espaço escolar”. Isto é o que digo que é: mentira deslavada, falsa acusação, calúnia, ignorância dos fatos, má fé e difamação descaradamente praticadas pelo SINDIUPES.

O espaço utilizado pelo CMEI em nossa Igreja, não equivale nem a 25% do complexo de nossas dependências. E a parte que foi alugada é utilizada em regime compartilhado, com exceção de duas salas (Secretaria e Diretoria).

As demais salas e espaços alugados são utilizados de forma compartilhada. Ou seja, de segunda-feira a sexta feira (de 06h00min até as 18h00min) são utilizadas pelo CMEI. A partir das 18h00min de segunda-feira a sexta-feira são utilizadas pela IEBV, e os sábados e domingos exclusivamente pela IEBV.

Quero só lembrar que quando mandei tirar a “figura do orixá” foi na manhã do domingo dia 06/08/17. E estava no espaço que é da IEBV e utilizado aos Domingos com exclusividade pela IGREJA

Que espaço da escola eu invadi? Creio que os senhores da SINDIUPES deveriam ser, pelo menos, mais honestos em suas afirmações, evitando este papel ridículo de acusar sem fundamento e utilizando-se de mentiras e má fé tão evidentes.

IX – O SINDIUPES ainda declara: “Entendemos que mediante estes flagrantes atos racistas e de violação do espaço educacional”… É muita sandice afirmar que eu Pastor da Igreja proprietária do imóvel compartilhado violou o espaço compartilhado e ainda no Domingo, dia em que o uso é exclusivo da IEBV.

Também quero declarar que não cometi nenhum ato racista. Sou pastor batista há 46 anos…. Esta calúnia de me chamar racista não pega. Quem me conhece sabe. Tenho história de vida

Desafio a quem quiser provar que sou racista. Pergunte:

   Aos mais de 4.000 (quatro mil) membros da IEBV e suas congregações.

As dezenas de pastores que trabalham comigo.

As dezenas de empregados que trabalham na Igreja

As centenas de pessoas que já passaram pelos nossos projetos sociais:

Centro de Recuperação de Homens

Centro de Recuperação de Mulheres

Casa Lar dos Meninos

Casa Lar das Meninas

Fundação Vida

Projetos de Apoio a Comunidades Carentes

 

Pr. João Brito Nogueira

Em defesa da verdade, da seriedade e da justiça.

Em defesa da educação sadia.

Em defesa da sociedade, da família e das crianças

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Sobre Pr. Brito

Pastor Presidente da IEBV.

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